domingo, 2 de novembro de 2025

in Malditos pensamentos que escapam/ Episódio 17/ O autógrafo Por Adriana Janaína Poeta/ CPF.:01233034782

in Malditos pensamentos que escapam Episódio 15 Os oito invasores Por Adriana Janaína Poeta CPF.:01233034782 (Escrito em 10/09/2025) OBS.:Quando digito, invadem o sistema, pelo wi fi, inserindo erros gramaticais, mexendo no texto/ formatação, dificultando. Deixo registrado o que ocorre. Quando percebo, corrijo os erros. Mila escutava música, fones nos ouvidos, enquanto navegava na internet, parando, vez por outra, para escrever, nas folhas brancas de ofício, com a caneta, quando percebeu que havia lago errado. Abaixou o volume da Playlist Sound CLP, parte do Blog Sound CLP do Clube de Leitura dos Poetas. Era um site com canal, blogs, loja virtual que sempre acessava. Tirou os fones dos ouvidos, levantou-se, silenciosamente... Ouviu, mais uma vez, o barulho metálico. Abriu a gaveta da mesa de cabeceira, ao lado da cama. Pegou a pistola, com cuidado, para não fazer barulho, embaixo do livro de salmos. Apagou a luz do quarto e foi andando na direção da sala, que usava como biblioteca e escritório. Colecionava livros, CDs, DVDs, gibis, revistas, há décadas. Ficava no segundo andar, onde ficava a suíte, a pequena sala, aonde praticava squash, fazia alongamento, havia cestos para um mini basquete individual, apenas para exercitar os músculos. O barulho metálico parecia vir do portão social. As luzes estavam apagadas dentro da casa, e lá fora, a iluminação tinha sensores de movimento, porém estava tudo no escuro. Desligaram, de alguma forma a energia elétrica, pois nada funcionava. Havia a iluminação da rua e da lua, que deixava alguma claridade sobre a frente da casa. Era o suficiente. Os olhos, aos poucos, vão se adaptando a iluminação ou inexistência dela. Eram oito silhuetas, todos com rostos cobertos, armados. Um cão uivou, no final da rua. Passava das duas horas da madrugada. Outros cães foram respondendo, uivando também. os oito invasores pararam, por um momento, um olhando para o outro, depois continuaram se esgueirando pela frente da casa, o jardim... Acreditavam que não seriam vistos, com a eletricidade cortada... Mila estava calma, procurava analisar o que faria. Foi até a sacada da pequena varanda, com mureta e colunas de alvenaria, pelos cantos. Observou, decidiu que era o momento de agir, antes que todos invadissem a casa... Foi atirando. O primeiro disparo atingiu um deles na cabeça, de frente, certeiro, como o segundo. O terceiro já tinha a arma apontada na direção de onde atirava, então, esgueirou-se até outra posição, silenciosa e rapidamente. Ele e os demais atiraram, mas ela já estava em outra posição, segura. O terceiro continuou atirando, enquanto s demais agora corriam para o avarandado lateral... Mila fez o disparo. Certeiro, na cabeça do alvo, aproveitando que ele não sabia que ela havia mudado de posição... Ainda havia outros cinco invasores. Sem entender ao certo como os três haviam sido alvejados, pois perceberam que os tiros vieram de posições diferentes do segundo andar da casa, na completa escuridão do avarandado, os invasores tentavam entrar na casa, o mais rápido possível. Alcançaram a varanda lateral, no primeiro piso, parte descoberto. Mila acertou outros dois. Três forçavam a porta da sala... Mila voltou ao quarto, pegou o celular, e acessou a câmera externa, que posicionava no poste colonial, que tinha a luz apagada, mas as câmeras instaladas na casa e quintal, muros, telhados, tinham baterias, além do gravador de IP, visão noturna e sensores de movimento. Confirmou a localização deles, foi alcançando o corredor, a escada, e descendo, encostada a parede... Deixou tudo fechado, trancado. Viu as sombras, através dos acrílicos, apesar da penumbra. Novamente, os benefícios da luz da lua e iluminação pública... Os cães voltaram a uivar. Decidiu permitir que continuassem forçando a porta, só começou a atirar quando conseguiram... Os três estavam caídos. Foi até onde estavam, para conferir. Faltava dois... Tirou o dispositivo do bolso, encostada à parede, tendo cuidado para não deixar exposta a luminosidade do aparelho. Enquanto atirava no trio, os outros dois poderiam ter encontrado um meio de invadir a casa, pelos fundos. Os dois estavam forçando a porta da cozinha. Deixou a porta da sala como estava, aberta, e foi andando até a cozinha. Escutou o acrílico da porta ser quebrado, a porta aberta, com violência e pressa. Não visualizava ninguém na escuridão, não queria ficar exposta. Movia-se encostada as paredes, silenciosamente. Desistiu de voltar a consultar as câmeras, para não denunciar a sua posição. Ficou onde estava, colada a um a estante, com discos de vinil, livros, gibis e revistas. Até que ouviu barulho dos elementos se movimentando. Desde pequena a sua audição era apurada... Com os dois já caídos, foi até eles, conferir... Tirou dispositivo do bolso, sempre atenta e cuidadosa. Precisa ficar numa posição aonde tivesse a visão das duas entradas, os acessos, e ainda assim, ficando protegida. Depois de checar e constatar que não havia mais ninguém na casa ou quintal, frente, laterais, telhado, verificou as câmeras posicionadas para a rua e esquina. Tudo estava silencioso, vazio, apesar do que aconteceu. Sempre deixava o silenciador no cano, a arma carregada, para eventualidades. Esperava não ter que usar... Pegou a lanterna, na gaveta da cozinha, voltou ao corredor. Tirou as duas máscaras, dos dois invasores que tentaram a sorte pelos fundos. Eram desconhecidos. Usando o celular, tirou fotos. Buscou nos bolsos, algo que os identificasse. Nas meias, estava algum dinheiro e identificações: João ninguém, Zé das Couves... Fotografou. Jogou as identificações no chão, os valores sobre eles. foi até a cozinha novamente, buscou a fita lacre. Tirou as digitais de "João" e "Zé", tendo o cuidado de numerar, com a caneta para retroprojetor que sempre deixava na mesma gaveta, cm a fita lacre. Fez o mesmo com os demais invasores. Usou a lanterna para dar alguma luminosidade enquanto se movimentava. Usou o gravador do celular para relatar, brevemente, o que acontecera, data hora, local detalhes importantes...Enviou para os seus emails. Cópias de segurança, caso alguém mais viesse, procurando os invasores. Ligou para a polícia. Em seguida, escaneou as digitais com o celular, enviou para os emails. Foi para a frente da casa, atenta as câmeras, aguardar a chegada da polícia. Deixou o portão social como estava, aberto, arma debaixo de um jasmineiro, á mão, mas seguro, até que os policiais chegassem, quando indicaria o local aonde o guardara. A pistola seria periciada, como tudo o mais. Ligou para um advogado, um contato de confiança, explicou resumidamente o que aconteceu. Enquanto esperava, pensou que teria que repetir tudo, várias vezes, apesar de ter tudo gravado, inclusive o seu relatório. Mencionaria as fotos, digitais, diriam algo, mais perguntas... Queria ter certeza das identidades, escaneara para garantir que ninguém os resgataria, enquanto esperava a polícia. Sabia que fariam a coleta das digitais novamente. ---------------------

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